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Ferrero, Barilla, Illy e Agnelli são ao mesmo tempo apelidos, marcas e fragmentos da memória industrial italiana. O capitalismo familiar ajudou muitas empresas locais a tornarem-se grupos internacionais, mas não é um modelo necessariamente pequeno, fechado ou virtuoso. Por trás de cada nome estão cidades, cadeias de fornecimento, trabalhadores, gestores e capitais que muitas vezes ultrapassam as fronteiras nacionais. A questão central é perceber como a propriedade, a sucessão e o controlo mudam numa economia global.
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